Derrama o líquido que o concreto precisava
Derrama a chuva que refresca os vivos
Entrelaça vento e trovão
na dança desta confusão
Ainda tomo chuva de pé ao chão
Na minha imaginação
Na ausência do colchão
Ainda deita ao lado a solidão
Para K.N.M.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
domingo, 3 de outubro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
o caso do acaso.
o caso vou te explicar, que no acaso se encontrou e juntos se fez presente. E a menina, que sorri e diz por ai que a vida e de ser tão bela, que a vida por ela já é a felicidade no acaso deu de frente, e viu que tipos de circunstâncias existe. O menino por sua vez, não se ligou e foi se ligar quando tudo já estava conectado. Menino, poxa menino! é comum já ouvir essa simples expressão de lábios de menina. Ela sorriu, ele pois tudo para fora e ela, não se negou, se entregou e acreditou que podia ser sim e porque não? O menino já não tinha tanta firmeza, se fazia de tristeza só para ver até onde chegaria, e a onde chegou? Ela observava tudo, mas não se intrometia, sabia que, sabia talvez que aquilo tudo fazia parte, parte que reparte as vezes. No encontro foi, ele ficou e convenceu que ela deveria ficar também. Noite inegável, as cores propicias, os sentidos e sentimentos aguçados ai que esta toda a delicia.
Não podia se imaginar que fosse acontecer, porque o acontecer só é uma palavra no vocabulário dos ilusórios, o acontecer tinha mais sentido no presente do que no futuro. O menino no meio caminho dado foi se tocando, que ela era feita de flor e cores, que não tem nome mas para ele o nome não era necessário. Ela, elas? confusão! E dali é que se vai, o que passou e que talvez poderia acontecer mais vezes, mais dias e noites...
o caso vou te explicar, que no acaso se encontrou e juntos se fez presente. E a menina, que sorri e diz por ai que a vida e de ser tão bela, que a vida por ela já é a felicidade no acaso deu de frente, e viu que tipos de circunstâncias existe. O menino por sua vez, não se ligou e foi se ligar quando tudo já estava conectado. Menino, poxa menino! é comum já ouvir essa simples expressão de lábios de menina. Ela sorriu, ele pois tudo para fora e ela, não se negou, se entregou e acreditou que podia ser sim e porque não? O menino já não tinha tanta firmeza, se fazia de tristeza só para ver até onde chegaria, e a onde chegou? Ela observava tudo, mas não se intrometia, sabia que, sabia talvez que aquilo tudo fazia parte, parte que reparte as vezes. No encontro foi, ele ficou e convenceu que ela deveria ficar também. Noite inegável, as cores propicias, os sentidos e sentimentos aguçados ai que esta toda a delicia.
Não podia se imaginar que fosse acontecer, porque o acontecer só é uma palavra no vocabulário dos ilusórios, o acontecer tinha mais sentido no presente do que no futuro. O menino no meio caminho dado foi se tocando, que ela era feita de flor e cores, que não tem nome mas para ele o nome não era necessário. Ela, elas? confusão! E dali é que se vai, o que passou e que talvez poderia acontecer mais vezes, mais dias e noites...
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
um tanto seria de desejo ardente
do outro lado coisa que se despedaça
na frente de cara do que vai de carcaça
confusos seres humanos inocivos de sua existência
caminhando no fluxo da destruição por falta de consciência
porcos que fedem há capital acumulado por uso pessoal
povo com fome de tudo e tudo que ainda é desconhecido
verdades inumeras são como terras desconhecidas
onde návios passam batido sem desembarca
o que eu quero é desejo de vocês
pura confusão articulada.
do outro lado coisa que se despedaça
na frente de cara do que vai de carcaça
confusos seres humanos inocivos de sua existência
caminhando no fluxo da destruição por falta de consciência
porcos que fedem há capital acumulado por uso pessoal
povo com fome de tudo e tudo que ainda é desconhecido
verdades inumeras são como terras desconhecidas
onde návios passam batido sem desembarca
o que eu quero é desejo de vocês
pura confusão articulada.
Assinar:
Postagens (Atom)